SEDE é uma sensação de caráter geral, iniciada por estímulos originados dentro do próprio organismo.
Os estímulos são detectados por receptores através de impulsos inatos que garantem a sobrevivência e geram a motivação que impele o organismo a providenciar aquilo que lhe falta.
A satisfação do impulso elimina a origem da sensação de caráter geral. O impulso motiva a ação e o ambiente determina-a.
Um ambiente complexo impele o individuo a fluidificar.

A SEDE é uma proposta de Laboratório assente num ambiente cooperativo e aberto  à comunidade para co-criação de iniciativas voltadas para inovação e consequentemente emancipação social e cultural .

A SEDE enquanto organismo acredita nas pessoas e fomenta as suas competências, na interação livre, transversal e múltipla de conhecimento como ferramenta activa para pesquisa e produção de re-inovações com relevo direccionado para o bem estar, a vida, a natureza e o comum.

A SEDE pretende ativar o cruzamento entre arte, ciência, tecnologia e a sociedade experimentando metodologias diversas de autonomia e prototipação, ao nivel social e economico.

Acredita que com essa rede em fluidez, dentro de um ambiente independente e descentralisado, focado nas necessidades das pessoas, estabelece um contexto fértil para o desenvolvimento e implementação de ideias transformadores entre os seus pares , produzindo para o comum.

Sentir a sociedade, perceber as suas necessidades. Reconhecer o potencial criativo, conectar e elaborar protótipos – são novas possibilidades de relação entre o cidadão, a sociedade e a natureza que nos rodeia .

As atividades na SEDE são dinâmicas e acontecem através da interação entre as pessoas, potenciando assim um processo activo para criação de novas ideias a qualquer momento.
A SEDE acredita num processo de aprendizagem num formato de educação não-fornal, livre, de partilha, de experimentação. Open source .

E é na vida quotidiana das cidades que um sem número de actividades inevitavelmente promove o contacto e a troca cultural entre diferentes grupos sociais. É então às cidades que, em primeira linha, compete criar espaços de acolhimento que mais do que assimilar ou integrar sejam capaz de unir na diversidade potenciando a construção de um colectivo mais rico, autonomo e critico.

Não acreditamos que o trabalho é o motor de desenvolvimento da economia e do tecido social, mas sim o prazer que retiramos da nossa actividade enquanto seres humanos, nesse sentido, adoptamos uma saudavél propensão para abolir o trabalho e as reuniões . Fazemos encontros e participamos na criação de um novo mundo pós-capitalista, que respeita a natureza no seu todo, descentralizado, autonomo, integral.

A Sede é um co-work cooperativo. de experimentação economica, de praticas autónomas, cooperativas e solidárias, que nos permitem criar aprendizagens positivas na forma como nos relacionamos com a natureza , a comunidade e economia individual e colectiva.